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                    Edital de Abertura n. º 15/2017– PROPEP-CPG/UFAL

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
Coordenadoria de Pós-Graduação

EDITAL 15/2017-PROPEP-CPG/UFAL ABERTURA DE PROCESSO SELETIVO PARA O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO
EM ZOOTECNIA, EM NÍVEL DE MESTRADO SEGUNDO SEMESTRE DE 2017

A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação e a Coordenação do Programa de Pós-Graduação stricto sensu em
Zootecnia da Universidade Federal de Alagoas – UFAL tornam pública, pelo presente Edital, a abertura do processo de
inscrição, seleção e matrícula dos candidatos a seu curso de Mestrado especificado neste Edital, com prazos máximos
de conclusão de 24 (vinte e quatro) meses, observando os aspectos a seguir nomeados.
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
O Processo Seletivo stricto sensu – UFAL/2017.02 será realizado sob a responsabilidade da Pró-Reitoria de Pesquisa e
Pós-Graduação (PROPEP) e da Coordenação do Curso oferecido.
DAS VAGAS
Art. 1º O número total de vagas ofertadas será de até 12 (doze), vinculadas à área de concentração em Produção
Animal, conforme quadro 1:
QUADRO 1
PROGRAMA DE PÓSGRADUAÇÃO

NÍVEL

ÁREA DE
CONCENTRAÇÃO

ZOOTECNIA

Mestrado

Produção Animal

ZOOTECNIA

Mestrado

Produção Animal

LINHA DE PESQUISA
Produção e Nutrição de
Ruminantes

Nº
VAGAS
06

Produção e Nutrição de Não
Ruminantes

06

DAS INSCRIÇÕES
Art. 2º As inscrições serão realizadas na Coordenação do Curso, no período de 31 de maio a 30 de junho de 2017.
§ 1º A inscrição no Processo Seletivo implicará no conhecimento e tácita aceitação das condições estabelecidas no
inteiro teor deste Edital e seus anexos, não podendo o candidato alegar seu desconhecimento.
Art. 3º Os candidatos deverão entregar a documentação no horário de 8h às 16h no Bloco da Pós-Graduação no
seguinte endereço: Rodovia BR 104, km 85, localizado no Centro de Ciências Agrárias – CECA, Universidade Federal de
Alagoas – UFAL, Rio Largo-AL, CEP 57.000-100.
§ 1º Será admitida a inscrição e entrega de documentos via postal, mediante a utilização de serviços de entrega
expressa (SEDEX), desde que seja postado até a data final da entrega de documentação, conforme Art. 2º deste Edital.
a)

Os candidatos deverão utilizar o seguinte modelo de etiqueta para envio de correspondência.

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Modelo para destinatário

Modelo para remetente

PROCESSO SELETIVO–MESTRADO EM ZOOTENIA
(Edital 15/2017)
Programa de Pós-Graduação, Centro de Ciências Agrárias
BR 104 Nkm 85, CEP: 57.100-000Rio Largo.

Nome completo do(a) Candidato(a)
Endereço completo

b) O candidato que se inscrever via postal deverá, obrigatoriamente, comunicar o programa através do seguinte
endereço de e-mail: coordenacao.ppgz@ceca.ufal.br no período vigente da inscrição.
§ 2º No caso de entrega da documentação por via postal, todos os documentos, incluindo os documentos
comprobatórios do currículo, devem ser previamente autenticados em Cartório.
§ 3º Será admitida entrega de documentos, por intermédio de procurador com poderes específicos obtidos através de
procuração simples registrada em cartório.
§ 4º Informações adicionais relativas ao Programa podem ser obtidas por telefones, página eletrônica (conforme
disponibilidade do provedor institucional de internet), e-mail e secretaria, conforme quadro a seguir:
QUADRO2
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO CONTATOS

1. ZOOTECNIA

(82) 3214-1307
Site: http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ceca/pos-graduacao/zootecnia
E-mail: coordenacao.ppgz@ceca.ufal.br
Programa de Pós-Graduação em Zootecnia, CECA/UFAL Rodovia AL – 104, norte,
km 85, CEP: 57.100-000 – Rio Largo.

DOS REQUISITOS PARA A INSCRIÇÃO
Art. 4º Poderão se inscrever, para o nível de Mestrado, candidatos graduados portadores de diploma de nível superior
emitido por instituições oficiais reconhecidas pelo MEC.
Parágrafo Único – Também poderão se inscrever no presente processo seletivo os concluintes do último semestre de
cursos de graduação oriundos de instituições oficiais reconhecidas pelo MEC. Todavia, caso sejam selecionados, só
poderão ser matriculados se efetivamente tiverem concluído a graduação (com a Colação de Grau).
Art. 5º Os candidatos deverão entregar, nas datas indicadas no Art. 2º deste Edital, os seguintes documentos:

I. Formulário de inscrição (Anexo edital);
II. 01 (uma) foto 3x4;
III. Cópias autenticadas de documentos pessoais: Carteira de identidade, CPF, comprovante das obrigações
militares para homens, Título de Eleitor e comprovante de quitação com a Justiça Eleitoral para brasileiros;
Registro Nacional de Estrangeiros ou Passaporte para estrangeiros;

IV. Cópia autenticada do Diploma ou Certidão de Conclusão de Curso de Graduação, conforme o nível pretendido,
emitida pela Instituição onde o título foi obtido;

V. Cópia autenticada do Histórico Escolar da Graduação;
VI. Curriculum Vitae preenchido no formulário LATTES-CNPq

(disponível na página eletrônica
http://lattes.cnpq.br/), impresso, assinado e encadernado, devidamente documentado com cópia autenticada
de cada um dos títulos e atividades, organizados, encadernados na sequência do formulário Lattes. Não serão
aceitos outros modelos de currículo;

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§ 1º A comprovação de que trata o inciso IV poderá ser substituída por declaração, emitida por instituição de ensino
superior, de que o aluno é concluinte do curso, desde que o mesmo conclua a referida graduação antes de realizar a
matrícula no curso de pós-graduação ora ofertado.
§ 2º Os documentos apresentados sob forma de cópia (Art. 5º, inciso III, IV, V) deverão ser autenticados em cartório.
Também serão aceitas cópias de documentos comprobatórios do Currículo Lattes (Art. 5º, inciso VI) validados por
servidor público federal da ativa, desde que haja carimbo de “confere com o original” acompanhado do carimbo
funcional do servidor, com número de SIAPE.
§ 3º A validação feita por servidor público federal deve ser efetivada preferencialmente até 03 (três) dias úteis do
encerramento deste Edital, na Secretaria do Programa de Pós-Graduação (ITEM D). OS DOCUMENTOS DEVERÃO SER
ORGANIZADOS NA ORDEM APRESENTADA NO ANEXO ITEM H. O não cumprimento implicará a impugnação da
inscrição.
Art. 6º A ausência dos documentos referentes aos itens elencados nos artigos 4º e 5º deste Edital implicará na
impugnação da inscrição, sem direito a recurso.
DO PROCESSO SELETIVO E JULGAMENTO DOS CANDIDATOS
Art.7º O Processo Seletivo dos candidatos será realizado pela Comissão de Seleção composta por professores do
Curso, designada para esse fim pelo Colegiado do Programa de Pós-Graduação.
§ 1º A composição da Comissão de Seleção será divulgada, após a homologação das inscrições, no sítio eletrônico do
programa, endereço: http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ceca/pos-graduacao/zootecnia e no mural da
Secretaria do PPGZ.
§ 2º A banca examinadora produzirá uma ata incluindo informações conclusivas sobre ausência de impedimentos e
suspeições que possam caracterizar conflito de interesse ou comprometam o julgamento isento do processo
seletivo.
Art. 8º O Processo Seletivo constará de etapas especificadas no anexo desse Edital.
§1º As informações relativas a bibliografias, temas da prova escrita, vagas disponíveis por temas específicos de
pesquisa, distribuição das pontuações na avaliação de currículo e na avaliação de histórico escolar estarão disponíveis
no anexo deste Edital.
§ 2º Serão divulgados no portal e nos quadros de aviso do Programa de Pós-Graduação o local e horário de realização
das provas de conhecimentos específicos.
§3º Para as provas escritas deverão ser utilizadas canetas esferográficas na cor azul ou preta, não sendo admitidos
outros meios, sob pena de eliminação do processo seletivo.
§4º Para a análise curricular será utilizado o barema indicado no anexo deste edital, específico a cada Programa.
Art. 9º Os candidatos serão selecionados até o número de vagas previsto no Art. 1º deste Edital. A classificação final
dos candidatos será realizada por ordem decrescente da pontuação final e disponibilidade de vagas, por linha de
pesquisa, de acordo com a distribuição interna do programa, quando houver.
§ 1º No caso de igualdade de notas, serão utilizados os seguintes critérios para o desempate dos candidatos:
I.
II.
III.

Maior nota na avaliação de conhecimentos específicos;
Maior coeficiente de rendimento;
Maior nota na avaliação do Curriculum vitae Lattes.

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§ 2º O candidato poderá ser aprovado, mas não selecionado, observando-se a ordem decrescente de classificação, o
número de vagas, conforme Art. 1º deste Edital, e a disponibilidade de vagas de orientação na área de concentração e
linha de pesquisa.
§ 3º Não havendo candidatos aprovados em número suficiente para o preenchimento das vagas ofertadas no Art. 1º
deste Edital, estas poderão resultar sem preenchimento no final do Processo Seletivo.
DO RESULTADO FINAL E RECURSOS
Art. 10 Os RESULTADOS FINAIS serão divulgados de acordo com o calendário contido neste Edital e seus Anexos,
exclusivamente pela PROPEP/UFAL e Coordenações dos Cursos, em suas páginas eletrônicas,

http://www.ufal.edu.br/ufal/utilidades/concursos-e-editaise
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ceca/pos-graduacao/zootecnia, respectivamente.
§ 1º Após o resultado final, o candidato poderá recorrer à PROPEP, no prazo de até 72 (setenta e duas) horas,
contadas da divulgação. Para isso, deve-se abrir um processo no Protocolo Geral da UFAL (Reitoria), destinando o
mesmo para PROPEP/CPG (Coordenação de Pós-Graduação).
Art.11 O candidato poderá recorrer do resultado de cada etapa ao Colegiado do Programa de Pós-Graduação, no
prazo estabelecido no calendário deste Edital e anexo do Programa.
DA MATRÍCULA E INÍCIO DO CURSO
Art.12 Terão direito à matrícula no PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO os candidatos APROVADOS E CLASSIFICADOS,
respeitados os limites das vagas estabelecidas no Art. 1º deste Edital e em conformidade com a disponibilidade de
vagas nos temas específicos de pesquisa a que fez opção o candidato no momento da inscrição.
Art.13 A matrícula dos candidatos selecionados será realizada na Coordenação do Curso, pelo candidato ou por seu
representante legal, em período a ser divulgado junto à publicação do resultado final da seleção de que trata este
Edital.
§1º No caso da inscrição condicionada, prevista no parágrafo único do Art. 4º, o candidato a Mestrado somente
poderá realizar sua matrícula institucional quando apresentar o Diploma de Graduação ou Certificado de Conclusão de
Curso que declare que tenha colado grau. Caso o candidato não tenha concluído a graduação, o processo seletivo
será invalidado para este candidato.
§ 2º Poderão realizar matrícula no Programa de Pós-Graduação os alunos com Diploma de Graduação emitido por
instituições oficiais reconhecidas pelo MEC
§ 3º No caso de candidato estrangeiro ou portador de diploma emitido por instituição estrangeira, o candidato deverá
apresentar protocolo de encaminhamento de processo de revalidação por instituições nacionais nos termos da Lei nº
9.394/96 (LDB), bem como nas Resoluções nº. 01/2001; 01/2002 e 02/2005 do Conselho Nacional de Educação – CNE.
O candidato terá 90 dias, a partir da data de matrícula, para apresentar a revalidação do diploma, sob pena de ter sua
matrícula cancelada.
§ 4º Em caso de alunos estrangeiros é necessária à apresentação de visto de estudantes.
§ 5º Será considerado desistente o candidato aprovado que não efetuar a matrícula no período estipulado na
publicação do resultado.
§ 6º Em caso de desistência da matrícula, não inscrição, ou existência de vagas, será feita convocação dos candidatos
aprovados, considerando-se a ordem de classificação, de acordo com o disposto do Art. 1º deste Edital e a
disponibilidade de orientador.

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Art. 14. A matrícula dos candidatos selecionados será realizada na Coordenação do Curso, em data a ser definida.

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art.15. A inscrição do candidato implicará o conhecimento e a aceitação das normas e condições estabelecidas neste
Edital e seus respectivos anexos.
Art.16 Será excluído do processo seletivo o candidato que:
I. Faltar a qualquer parte do processo seletivo;
II. Apresentar comportamento considerado incompatível com a lisura do certame, a critério exclusivo da Comissão
de Seleção;
III. Não atender o que consta no Artigo 5º deste Edital.
IV. Apresentar-se nos locais de realização das provas após a hora marcada para seu início;
Art.17 As bolsas porventura disponibilizadas por agências de fomento poderão ser oferecidas aos alunos, atendendo
aos critérios fixados pelas Financiadoras, pelo CONSUNI/UFAL, por estas instituições e pelo Colegiado do Curso, não
estando garantida a concessão de bolsas aos selecionados.
Art.18 As alterações relativas a datas e horários, conteúdo programático, peso e pontuação serão divulgados pela
PROPEP e pelo Programa de Pós-Graduação.
Art. 19 Portadores ou representantes de portadores de necessidades especiais devem contatar o Programa de PósGraduação, através dos telefones (82) 3214-1307, para garantia de acessibilidade plena ao processo seletivo e à
realização do curso.
Art. 20 Os candidatos que não forem classificados poderão resgatar seus documentos na secretaria do curso,
conforme quadro 2, até 90 (noventa) dias após o início do curso, sendo incinerados caso não retirados neste período.
Art. 21 O regimento de cada programa, bem como informações sobre as linhas de pesquisa e orientadores, estarão à
disposição dos candidatos na Secretaria do Programa de Pós-Graduação e na página eletrônica já especificada no
Quadro 2.
Art. 22 Os casos omissos no presente Edital, serão resolvidos pelo Colegiado do Programa de Pós-Graduação em
Zootecnia.

Maceió, 31 de maio de 2017.

Profª. Drª. Sandra Roseli Valerio Lana
Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia

Prof. Dr. Helson Flávio da Silva Sobrinho
Coordenador de Pós-Graduação/Propep/Ufal

Prof. Dr.Alejandro Cesar FreryOrgambide
Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação/UFAL

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PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
Coordenadoria de Pós-Graduação

ANEXO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ZOOTECNIA

A.DO PÚBLICO ALVO
Serão admitidas inscrições de candidatos graduados portadores de diploma de nível superior – graduação de
duração plena – emitido por instituições oficiais e reconhecido pelo MEC.
Também poderão inscrever-se no presente processo seletivo os concluintes do último semestre ou ano dos
cursos de graduação, de instituições oficiais e reconhecidas pelo MEC. Todavia, caso sejam selecionados, só
poderão ser matriculados se efetivamente tiverem concluído a graduação (com a Colação de Grau).

B.DA DESCRIÇÃO DAS LINHAS DE PESQUISA
As linhas de pesquisa do PPGZ/CECA/UFAL são: Produção e Nutrição de Não Ruminantes e Produção e Nutrição de
Ruminantes.
A linha Produção e Nutrição de Não Ruminantes tem como objetivo estudar as relações entre desempenho,
conforto e comportamento, de diferentes genótipos das espécies animais não ruminantes mais relevantes para
a pecuária nordestina. Além disso, visa estimar parâmetros genéticos e fenotípicos das características desses
animais, avaliar o valor nutricional de alimentos utilizados para alimentá-los, identificando suas exigências
nutricionais.
A linha de pesquisa Produção e Nutrição de Ruminantes objetiva avaliar os diferentes sistemas de alimentação
e seus efeitos sobre o desempenho de diferentes genótipos das espécies animais ruminantes mais relevantes
para a pecuária nordestina. Avaliar o valor nutricional e fatores anti-nutricionais de alimentos utilizados para
alimentar os ruminantes, identificando suas exigências nutricionais. Visa estimar parâmetros genéticos e
fenotípicos das características produtivas e reprodutivas, identificando os resultados dos cruzamentos mais
adequados para a pecuária de corte e leite do Estado de Alagoas, além de estudar e identificar o potencial dos
cultivares forrageiros mais adequados para a região nordeste.

C.DA DOCUMENTAÇÃO COMPLEMENTAR
Além da documentação constante no art. 5º do edital geral, os candidatos que possuem vínculo
empregatício e foram aprovados na primeira etapa do processo seletivo, deverão entregar na
Coordenação do Curso, no período especificado neste edital, a carta de Anuência do Empregador
(modelo encontra-se no anexo do edital).

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D.DO CALENDÁRIO DO PROCESSO SELETIVO

EVENTOS
PERÍODO

31/05/ a 30/06/2017

Inscrições
Entrega da documentação
Homologação das Inscrições, resultado da homologação e do Histórico
Escolar
Período de recurso do resultado da homologação e do Histórico Escolar

31/05 a 30/06/2017
12/07/2017
12 a 14/07/2017

Resultado do recurso da homologação e do Histórico Escolar

19/07/2017

Prova de Conhecimentos Específicos*

24/07/2017

Publicação do padrão de resposta da prova de conhecimentos específicos

24/07/2017

Análise do currículo
Resultado preliminar da prova de conhecimento específico e análise de
currículo
Período de recurso
Resultado final

25/07 a 28/07/2017
28/07/2017
31/07/ a 03/08/2017
07/08/2017

*A prova de Conhecimento Específico será realizada no Bloco da Pós-Graduação do Centro de Ciências Agrárias
– PPGZ/CECA/UFAL, localizado na BR 104 N, km 85, CEP: 57.100-000 – Rio Largo.
E.DO PROCESSO SELETIVO
A prova escrita terá valor de 0 a 10, sendo composta de duas partes:
I.

A PRIMEIRA PARTE corresponde a 40% do valor da prova e contempla:
a) Redação de texto com tema na área de produção animal;
b) Estatística experimental, podendo utilizar calculadora científica.

II.

A SEGUNDA PARTE corresponde a 60% do valor da prova e contempla questões específicas da linha
de pesquisa. A prova escrita apresentará questões pertinentes a cada linha de pesquisa, e o
candidato deverá escolher seis questões entre as mesmas. Caso o candidato responda mais de seis
questões, somente as seis primeiras serão corrigidas considerando a ordem crescente das questões
na prova.

A nota final do candidato será a média ponderada dos itens I, II e III, apresentados no quadro abaixo.

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I-Análise do Histórico
Escolar

II- Prova de Conhecimento
Específico

III- Análise do
Currículo

Caráter

Eliminatório/Classificatório

Eliminatório/Classificatório

Classificatório

Peso

2

6

2

6,0

-

-

-

7,0

-

Coeficiente
Exigido

Mínimo

Nota Mínima Exigida

Será considerado eliminado no processo seletivo o candidato que apresentar coeficiente de rendimento escolar
inferior a 6 (seis) ou obtiver nota inferior a 7 (sete) na prova de conhecimento específico.
A distribuição preferencial de vagas por linha de pesquisa, assim como os assuntos para a parte
específica da prova escrita estão relacionados no quadro abaixo, devendo o candidato indicar no
formulário de inscrição a linha de pesquisa e área de estudo em que pretende concorrer à vaga
ofertada.
O candidato que for classificado em uma linha de pesquisa que tenha um número de vagas
inferior ao número de candidatos classificados poderá ser remanejado para outra linha de pesquisa,
cujas vagas não tenham sido completamente ocupadas, ouvindo-se o orientador e o candidato.
Informações sobre os Grupos de Pesquisa/área de estudo poderão ser consultadas no site:
www.cnpq.br, acessando o item Currículo Lattes – Diretório de Grupos de Pesquisa dos docentes.

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F.NÚMERO DE VAGAS POR LINHA DE PESQUISA/ÁREA DE ESTUDO E ASSUNTOS PARA A PROVA DE CONHECIMENTOS
ESPECÍFICOS – SELEÇÃO 2017-2º SEMESTRE
Linha de Pesquisa

Vagas

Área de estudo

06
PRODUÇÃO E
NUTRIÇÃO DE
RUMINANTES

Produção de
Ruminantes

Conteúdo

Bibliografia

1. Formulação de rações
para ruminantes. 2.
Manejo de bezerras e
novilhas de rebanhos
leiteiros. 3. Manejo de
vacas
de
rebanhos
leiteiros 4. Controle de
qualidade do leite ao
longo
da
cadeia
produtiva 5.Avaliação da
rentabilidade de sistemas
de produção de leite. 6.
Situação
mundial,
nacional e regional da
Caprino/ovinocultura ; 7.
Sistemas de criação de
caprinos e ovinos; 8.
Manejo alimentar de
caprinos e ovinos; 9.
Manejo reprodutivo de
caprinos e ovinos; 10.
Manejo sanitário de
caprinos e ovinos; 11.
Instalações de caprinos e
ovinos;

BARROS, N. N.; SIMPLÍCIO, A. A.;
FERNANDES, F. D. Terminação de
borregos em confinamento no Nordeste
do Brasil. Sobral: EMBRAPA-CNPC, 1997.
24 p. (EMBRAPA-CNPC. Circular Técnica,
12). JARDIM, W. R. Criação de Caprinos.
São Paulo, Nobel, 1974, 240p. JARDIM,
W. R. Criação de Ovinos. São Paulo,
Nobel, 1978, 196p.
MEDEIROS, L. P.; BARBOSA, J. L.;
GIRÃO, R. N.; GIRAÕ, E. S. Instalações
para caprinos. Teresina: EMBRAPA –
CPAMN, 1998, 178p. QUITTET, E. La
cabra – guia practica para el ganadero.
Paris, EdicionesMuindi-Prensa, 1982,
321p. RIBEIRO, S.D.A. Caprinocultura:
Criação Racional de Caprinos. São
Paulo: Nobel, 1997. 318p. SANTANA,
A.F. de. Recomendações técnicas para
a produção de caprinos e ovinos no
Estado da Bahia. Salvador, 1997, 39p.
SILVA SOBRINHO, A. G. Criação de
Ovinos. Jaboticabal: FUNEP, 1997. v. 1.
230 p. LUCCI, C. Nutrição e manejo de
bovinos leiteiros, São Paulo: Editora,
1997, 169 p. NATIONAL RESEARCH
COUNCIL,
Nutrientrequirimentsofdairycattle. 7ª
ed.
NationalAcademic
Press:
Washington, D. C., 2001, 381 p. NEIVA,
R. N. Produção de bovinos leiteiros.
Lavras, MG: Universidade Federal de
Lavras, 1998, 534 p.TEIXEIRA, J. C.;
DAVID, F. M.; ANDRADE, G. A.; INÁCIO
NETO, A.; TEIXEIRA, C. F. A. C. In:
Avanços em produção de bovinos
leiteiros. Simpósio internacional em
bovinocultura de leite, 2002, Lavras.
Anais... Lavras: UFLA, 2002. VAN
SOEST, P.J. 1994. Nutritional Ecology
of the Ruminant. 2nd Ed. Cornell
University
Press.
Ithaca.
476p.FORSYTHE, S. J. Microbiologia da
segurança alimentar. Porto Alegre: Ed.
Artmed, 2002. 424 p. SANTOS, M.V.S.;
FONSECA, L.F.L. Qualidade do leite e
controle de mastite. São Paulo: Lemos
Editorial, 2000. 176 p.

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Nutrição
e
Avaliação de
Alimentos
para
Ruminantes

Melhoramento
Animal

P á g i n a | 10

1.
Princípios
de
fisiologia da digestão de
ruminantes;
2.Mecanismos
reguladores
do
consumo;
3.
Meio ruminal e
fermentação;
4. Digestão, absorção e
manejo de carboidratos
em ruminantes;
5. Digestão, absorção e
manejo de proteínas em
ruminantes;
6. Digestão, absorção e
metabolismo de lipídios
em ruminantes;
7. Principais técnicas
aplicadas em estudos de
nutrição e avaliação de
alimentos
para
ruminantes.

BERCHIELLI, T. T.; PIRES, A. P.;
OLIVEIRA, S. G. Nutrição de
Ruminantes. FUNEP, 583 p., 2006.
CHURCH, D.C. (Ed.) 1997. The ruminant
Animal: Digestive Physiology and
Nutrition.
Prentice
Hall.
EnglewoodCliffs. 564p.
CUNNINGHAN, J. G. Tratado de
FisiologiaVeterinária.GUANABARA
KOOGAN: Rio de Janeiro - RJ, 3ª Ed.,
577 p., 2004.
NATIONAL
RESEARCH
COUNCIL,
Nutrient requiriments of dairy cattle.
7ª ed. National Academic Press:
Washington, D. C., 2001, 381 p.
LANA, R.P. Nutrição e alimentação
animal (mitos e realidades). 2ª ed.
Editora UFV - Viçosa.334p. 2005.
VAN SOEST, P.J. 1994. Nutritional
Ecology of the Ruminant. 2nd Ed.
Cornell University Press. Ithaca. 476p.

1. Teorema de HardyWeinberg
Ação Gênica
2. Herdabilidade
3. Repetibilidade
4. Seleção
5. Endogamia
6.
Cruzamento
7.
Heterose 8. Avaliação
Genética

FALCONER, D. S. Introdução à genética
quantitativa. Trad. SILVA, M.A. de &
SILVA,
J. C., Viçosa, Imprensa Universitária
Federal
de Viçosa, 1981, 279 p.
GIANNONI, M.A. & GIANNONI, M. L.
Exercícios e Questões Referentes a
Genética e Melhoramento de Rebanhos
nos
Trópicos. São Paulo, Ed. Nobel, 1986.
GIANNONI, M.A. & GIANNONI, M.L.
Gado
de Leite, Genética e Melhoramento. 2°
ed. Nobel, São Paulo, 1987. GIANNONI,
M.A. & GIANNONI, M.L.
Genética e Melhoramento de Rebanho
nos
Trópicos. Nobel, São Paulo, 1983.
PEREIRA, J. C. C. Melhoramento
genético
aplicado aos animais domésticos. J. C. C.
Pereira, Belo Horizonte, 2008.

Edital de Abertura n. º 15/2017– PROPEP-CPG/UFAL

Forragicultura

PRODUÇÃO E
NUTRIÇÃO DE NÃO
RUMINANTES

06

Produção e
Nutrição de
Aves

P á g i n a | 11

1. Fatores climáticos e
produção de forragem; 2.
Principais espécies de
plantas forrageiras no
Brasil:
gramíneas
e
leguminosas;
3.
Características
morfofisiológicas
de
plantas forrageiras; 4.
Manejo de pastagens
nativas do semiárido; 5.
Formação de pastagens;
6. Manejo de pastagens
cultivadas; 7. Degradação
das pastagens e métodos
de
recuperação;
7.
Conservação
de
forragens:
ensilagem,
fenação e amonização.

ALCÂNTARA, P. B. & BUFARAH, G.
Plantas forrageiras: gramíneas e
leguminosas. NOBEL, 1998. 162p
BOTREL, M. DE A. Fatores de adaptação
de espécies forrageiras: curso de
pecuária leiteira. CORONEL PACHECO.
EMBRAPACNPGL, 1990. EUCLIDES, V. P.
B. Algumas considerações sobre manejo
de pastagens / EMBRAPA – CNPGC.
CAMPO GRANDE, 1994 DA SILVA, S.C.,
NASCIMENTO JÚNIOR, D., EUCLIDES,
V.B.P. Pastagens: Conceitos básicos,
produção e manejo.2008. 115p. TAIZ, L.;
ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. Trad.
Eliane Romanato Santarém et al. 3, ed. –
Porto Alegre: Artmed, 2006. 719p.

1. Situação da avicultura
no Brasil e no mundo 2.
Instalações
e
equipamentos avícolas 3.
Manejo na produção de
frangos de corte 4.
Manejo na produção de
poedeiras comerciais 5.
Manejo na produção de
matrizes para corte e
postura 6. Produção de
pintos de um dia
(incubação) 7. Abate e
processamento
de
frangos 8. Biossegurança
e sanidade avícola 9.
Aspectos comerciais e
econômicos
da
exploração avícola 10.
Formulação de ração e
alimentação de aves

Avicultura. Geraldo Roberto Quintão
Lana, 2000, 1ª ed. Campinas: Livraria e
Editora Rural Ltda. 268p. Fisiologia
aviária aplicada a frangos de corte,
Marcos MACARI, 1994, FUNEP/UNESP.
Manuais da Fundação Apinco de
ciências e tecnologia avícolas (FACTA),
Campinas – SP, 1994. APA -Associação
Avícola Paulista Estatísticas de Consumo
e Produção da Avicultura. 1998http://www.apa.com.br/estatisticas.htm
ANUÁRIO DA AVICULTURA INDUSTRIAL
1999. Editores Gessulli, janeiro de 1999.
ANDRIGUETO, J.M; GEMAEL, A.; SOUZA,
G.A.; MINARDE, I.; FLEMING, J.S.; PERLY,
L.; FLEMING, R. Normas e padrões de
nutrição e alimentação animal. Revisão
90/92. Curitiba, PR. CAMPOS, J. 1981.
Tabelas para cálculo de rações.
Imprensa Universitária. Universidade
Federal de Viçosa, Viçosa, MG. ISLABÃO,
N. 1984. Manual de Cálculo de Ração
para os Animais Domésticos. 3ª ed.,
Porto Alegre. ROSTANGNO, S.; et al.
Composição de alimentos e exigências
nutricionais de aves e suínos. Viçosa,
UFV, Imp. Univ , 2005.

Edital de Abertura n. º 15/2017– PROPEP-CPG/UFAL

Microbiologia
Zootécnica

Apicultura

P á g i n a | 12

1.
Caracterização
e
classificação
dos
microrganismos.
2.
Estrutura das células
procarióticas
e
eucarióticas.
3. Nutrição e cultivo de
microrganismos.
4.
Controle do crescimento
de
microrganismos:
fundamentos,
agentes
físicos
e
químicos,
antibióticos. 5. Bactérias:
morfologia e fisiologia. 6
Fungos: morfologia e
fisiologia.
7.
Vírus:
morfologia, e replicação.
8.
Fundamentos
de
Ecologia microbiana.

MADIGAN, M.T. MARTINKO, J.M. Brock
Biology of Microorganisms. Prentice Hall
Int., London , 2010, 12a. Ed., 1019p.
PELCZAR JR., M.J.; CHAN, E.C.S. & KRIEG,
N.R.
Microbiologia:
conceitos
e
aplicações. Vol. 1 e 2. 2a. ed. São Paulo:
Makron Books, 1996.
TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L.
Microbiology: an introduction, 7º Ed.,
São Francisco, Benjamin Cummings,
2012.
STROHL, W.A.; ROUSE, H.; FISHER, B.D.
Microbiologia, Artmed (Trad.), Porto
Alegre, 2004, 531pp. ISBN:0-397-515685.

1. A abelha africanizada e
a apicultura na região
nordeste; 2. Biologia da
abelha Apismellifera; 3.
Organização e estrutura
da
colônia
de
Apismellifera;
4.
Regulação das atividades
na
colméia;
5.
Planejamento e manejo
de apiários; 6. Principais
produtos apícolas e sua
comercialização;
7.
Abelhas e polinização.

NOGUEIRA-COUTO, R.H.; COUTO, L.A.
Apicultura:
manejo
e
produtos.
Jaboticabal: FUNEP, 2002. 191p. SOUZA,
D.C. Apicultura – Manual do Agente de
Desenvolvimento
Rural.
Brasília:
SEBRAE, 2004. WEISE, HELMUTH. Nova
Apicultura. 6a Ed. Porto Alegre,
Agropecuária, 1985, 493 pp.
WINSTON, M.L. A Biologia da Abelha.
Tradução Carlos A. Osowski. Porto
Alegre, Magister, 2003, 476 pp. FREE,
J.B. Insect pollination of crops. Second
Edition. London: Academic Press,
Harcourt Brace Jovanovich, Publishers,
1993.

Edital de Abertura n. º 15/2017– PROPEP-CPG/UFAL

Bioclimatologia
Animal

P á g i n a | 13

Bioclimatologia:
princípios e adaptação
animal; Principais fatores
e elementos climáticos
que
influenciam
os
animais
domésticos.
Homeotermia: Fontes de
calor
animal;
metabolismo; controle
central e endócrino.
Processos de troca de
calor pelos animais;
radiação,
condução,
convecção e evaporação.
Mecanismos fisiológicos
de
termorregulação;
fatores
respiratórios,
circulatórios
e
endócrinos
envolvidos
nos
processos
de
transferências de calor.
Constituintes sangüíneos,
uso
da
água
no
resfriamento
corporal.
Reações dos animais ao
estresse térmico (calor e
frio). Adaptação dos
animais domésticos aos
trópicos
(bovinos,
caprinos, ovinos, aves e
suínos).
Efeitos
dos
elementos
climáticos
sobre
as
funções
econômicas dos animais
domésticos.
Estresse
climático e nutrição.
Índices
de
conforto
térmico.
Estudo
de
tolerância dos animais ao
calor. Teste de campo e
câmara climática: Teste
de
Ibéria,
Dowling,
Benezra
e
Dowling.
Técnicas de manejo para
os animais nos trópicos.
Meios
naturais
e
artificiais
de
acondicionamento
ambiental.

ANAIS 1º SIMPÓSIO BRASILEIRO DE
AMBIENCIA NA PRODUÇÃO DE LEITE.
Piracicaba.
FEALQ,
1998.
ANAIS
SIMPÓSIO
INTERNACIONAL
DE
AMBIÊNCIA
E
INSTALAÇÃO
NA
AVICULTURA INDUSTRIAL. Campinas, SP.
Editora FACTA, 1995. ANAIS 1º
SIMPÓSIO
INTERNACIONAL
DE
BIOCLIMATOLOGIA
ANIMAL
NOS
TRÓPICOS: PEQUENOS E GRANDES
RUMINANTES. Fortaleza. EMBRAPA,
1990. BAÊTA, F.C.; SOUZA, C.F.
Ambiência em Edificações Rurais.
Conforto animal. Viçosa-MG, Editora
UFV, 1997. 246p. MULLER, P. B.
Bioclimatologia aplicada aos animais
domésticos. Porto Alegre, Sulina, 1989.
262p. NÃÃS, I.A Princípios do conforto
térmico na produção animal. São Paulo,
Ícone Editora, 1989. 183p. PEREIRA,
J.C.C. Fundamentos de bioclimatologia
aplicados à produção animal. Belo
Horizonte, FEPMVZ Editora, 2005. 195p.
SILVA,
R.
G.
Introdução
a
Bioclimatologia. São Paulo. Ed. Acribia,
2000.

Edital de Abertura n. º 15/2017– PROPEP-CPG/UFAL

Piscicultura
marinha e
continental
sustentável

P á g i n a | 14

1
–
Situação
da
aqüicultura
Brasileira;
panorama da aqüicultura
mundial e brasileira.
Legislação aplicada à
aqüicultura,
aspectos
mercadológicos,
segmento
produtivo,
consumo.
2
Características
das
espécies
cultiváveis:
principais
espécies
marinhas e continentais,
aspectos
biológicos,
anatômicos
e
nutricionais. 3 -Sistemas
de cultivo: seleção de
áreas de cultivo. Cultivo
em
tanques-redes,
tanques
escavados,
açudes,
represas,
ambientes estuarinos e
off-shore,
race-ways,
canais
de
irrigação,
sistemas de reuso da
água. 4 -Impactos nos
cultivos e boas práticas
de manejo: água, peixes,
ambiente, desinfecção e
limpeza,
calagem
e
adubação 5 -Alimentação
e nutrição de peixes:
exigência nutricional de
peixes,
ingredientes
utilizados em dietas e
avaliação bromatológica
de rações. 6 -Reprodução
de peixes: maturação
sexual, desova parcelada
e desova total, indutores
reprodutivos, hormônios
utilizados na reprodução,
incubação e larvicultura

ANDRIGUETO, B. 1994. .Nutrição Animal
vol. I. 4ª ed. Editora Guanabara. ISBN:
8521301715. ANDRIGUETO, B. 1994.
Nutrição Animal vol. II. 3ª ed. Editora
Guanabara. ISBN: 8521300603. BONE, D.
& N. B. MARSHALL, 1982 Biology of
Fishes. Blackie, Glasgow and London 253
p. COCHE, A.G. 1999. Simple Methods
for Aquaculture: Management for
Freshwater Fish Culture: Fish Stocks and
Farm Management (FAO Training S.)
Food & Agriculture Organization of the
United
Nations
(FAO).
ISBN:
9251029954 FOOD AND AGRICULTURE
ORG. 1993. Pond Construction for
Freshwater Fish Culture: Pond-farm
Structures and Layouts (FAO Training S.:
Simple Methods for Aquaculture). Food
& Agriculture Organization of the United
Nations (FAO). ISBN: 9251028729.
GODDARD, STEPHEN. 1997. Feed
Management in Intensive Aquaculture.
Kluwer Academic Publishers, 208 p.
ISBN: 0412070812 .Morales, J. C. 1986.
Acuilcultura
marina.
2.
Ed.,
edicionesmundi-presa, Madrid. 670 p.
Baldisserotto, B.; Gomes, L.C. 2005.
Espécies nativas para piscicultura no
Brasil. Santa Maria: UFSM. CDU
639.3(81). Sipaúba-Tavares, L. H.; Rocha,
O. 2001. Produção de plâncton
(fitoplancton e zooplancton) para
alimentação de organismos aquáticos.
Rima, São Carlos, 106 p. Pavanelli, G. C.
1998. Doenças de Peixes: profilaxia,
diagnóstico e tratamento. EDUEM:
CNPq: Nupélia, 264 p. VALENTI, W. C.
2000. Aqüicultura no Brasil: Bases para
um
desenvolvimento
sustentável.
Brasília: CNPq/Ministério da Ciência e
Tecnologia. 399p.

Edital de Abertura n. º 15/2017– PROPEP-CPG/UFAL

P á g i n a | 15

15.
Digestão,
absorção e manejo de
carboidratos em
ruminantes;
16.
Digestão,
absorção e manejo de
proteínas em
ruminantes;
17.
Digestão,
absorção e
metabolismo de
lipídios em
ruminantes;
18.
Principais
técnicas aplicadas em
estudos de nutrição e
avaliação de alimentos
para ruminantes.
19.
Fatores
climáticos e produção
de forragem; 20.
Principais espécies de
plantas forrageiras no
Brasil: gramíneas e
leguminosas; 21.
Características
morfofisiológicas de
plantas
forrageiras;
22.
Manejo
de
pastagens nativas do
semiárido;
23.
Formação
de
pastagens; 24. Manejo
de
pastagens
cultivadas;
25.
Degradação
das
pastagens e métodos
de recuperação; 26.
Conservação
de
forragens: ensilagem,
fenação e amonização.

N. Produção de bovinos leiteiros. Lavras,
MG: Universidade Federal de Lavras,
1998, 534 p.TEIXEIRA, J. C.; DAVID, F.
M.; ANDRADE, G. A.; INÁCIO NETO, A.;
TEIXEIRA, C. F. A. C. In: Avanços em
produção de bovinos leiteiros. Simpósio
internacional em bovinocultura de leite,
2002, Lavras. Anais... Lavras: UFLA,
2002. VAN SOEST, P.J. 1994.
NutritionalEcologyoftheRuminant. 2nd
Ed. Cornell
University
Press.
Ithaca.
476p.FORSYTHE, S. J. Microbiologia da
segurança alimentar. Porto Alegre: Ed.
Artmed, 2002. 424 p. SANTOS, M.V.S.;
FONSECA, L.F.L. Qualidade do leite e
controle de mastite. São Paulo: Lemos
Editorial, 2000. 176 p.
BERCHIELLI, T. T.; PIRES, A. P.; OLIVEIRA,
S. G. Nutrição de Ruminantes. FUNEP,
583 p., 2006.
CHURCH, D.C. (Ed.) 1997. The ruminant
Animal:
DigestivePhysiologyandNutrition.
Prentice Hall. Englewood
Cliffs. 564p.
CUNNINGHAN, J. G. Tratado de
FisiologiaVeterinária.GUANABARA
KOOGAN: Rio de Janeiro - RJ, 3ª Ed.,
577 p., 2004.
NATIONAL
RESEARCH
COUNCIL,
Nutrientrequirimentsofdairycattle. 7ª
ed.
NationalAcademic
Press:
Washington, D. C., 2001, 381 p.
LANA, R.P. Nutrição e alimentação
animal (mitos e realidades). 2ª ed.
Editora UFV - Viçosa.334p. 2005.
VAN
SOEST,
P.J.
1994.
NutritionalEcologyoftheRuminant. 2nd
Ed. Cornell University Press. Ithaca.
476p.
ALCÂNTARA, P. B. & BUFARAH, G.
Plantas forrageiras: gramíneas e
leguminosas. NOBEL, 1998. 162p
BOTREL, M. DE A. Fatores de adaptação
de espécies forrageiras: curso de
pecuária leiteira. CORONEL PACHECO.
EMBRAPACNPGL, 1990. EUCLIDES, V. P.
B. Algumas considerações sobre
manejo de pastagens / EMBRAPA –
CNPGC. CAMPO GRANDE, 1994 DA
SILVA, S.C., NASCIMENTO JÚNIOR, D.,
EUCLIDES, V.B.P. Pastagens: Conceitos
básicos, produção e manejo.2008.
115p. TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia
vegetal. Trad. Eliane Romanato
Santarém et al. 3, ed. – Porto Alegre:
Artmed, 2006. 719p.

Edital de Abertura n. º 15/2017– PROPEP-CPG/UFAL

PRODUÇÃO E
NUTRIÇÃO DE NÃO
RUMINANTES

06

P á g i n a | 16

1.
Situação
da Avicultura. Geraldo Roberto Quintão
avicultura no Brasil e Lana, 2000, 1ª ed. Campinas: Livraria e
no
mundo
2. Editora Rural Ltda. 268p. Fisiologia
Instalações
e aviária aplicada a frangos de corte,
equipamentos avícolas Marcos MACARI, 1994, FUNEP/UNESP.
3.
Manejo
na Manuais da Fundação Apinco de
produção de frangos ciências e tecnologia avícolas (FACTA),
de corte 4. Manejo na Campinas – SP, 1994. APA -Associação
produção
de Avícola
poedeiras comerciais Paulista Estatísticas de Consumo e
5.
Manejo
na Produção da Avicultura. 1998produção de matrizes http://www.apa.com.br/estatisticas.htm
para corte e postura 6. ANUÁRIO DA AVICULTURA INDUSTRIAL
Produção de pintos de 1999. Editores Gessulli, janeiro de 1999.
ANDRIGUETO, J.M; GEMAEL, A.; SOUZA,
um dia
(incubação) 7. Abate e G.A.; MINARDE, I.; FLEMING, J.S.;
processamento
de PERLY, L.; FLEMING, R. Normas e
frangos
8. padrões de nutrição e alimentação
Biossegurança
e animal. Revisão
sanidade avícola 9. 90/92. Curitiba, PR. CAMPOS, J. 1981.
Aspectos comerciais e Tabelas para cálculo de rações.
econômicos
da Imprensa Universitária. Universidade
exploração avícola 10. Federal de Viçosa, Viçosa, MG.
Formulação de ração e ISLABÃO, N. 1984. Manual de Cálculo
de Ração para os Animais Domésticos.
alimentação de aves
3ª ed., Porto Alegre. ROSTANGNO, S.; et
al. Composição de alimentos e
exigências nutricionais de aves e
suínos. Viçosa, UFV, Imp. Univ , 2005.

G. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO HISTÓRICO ESCOLAR
A análise dos históricos escolares será realizada pela comissão de seleção do Programa de Pós-Graduação
em Zootecnia considerando o coeficiente de rendimento escolar do candidato, contido no histórico escolar,
desde seu ingresso na Universidade.

H. CRITÉRIOS DE ANÁLISE DE CURRÍCULO
Ao Currículo de maior pontuação será atribuída a nota máxima (dez) e, aos demais, nota proporcional a
esta, de acordo com a respectiva pontuação obtida no currículo. Os critérios de pontuação são
apresentados conforme quadro abaixo. Tabela 01 -Atividades de orientação
Tipos de orientações atestadas e/ou certificadas por instituições reconhecidas (não
serão aceitas declarações fornecidas por professores)

Pontuação
Ponto/estudante

Monitoria em andamento

0,5

Monitoria concluída

1,0

Trabalho de conclusão de curso em andamento

1,0

Trabalho de conclusão de curso concluída

2,0

Iniciação científica aprovada por órgãos de fomento à pesquisa em andamento

2,0

Iniciação científica aprovada por órgãos de fomento à pesquisa concluída

3,0

Orientação de estágios e/ou preceptorias em andamento

0,5

Orientação de estágios e/ou preceptorias concluída (últimos 3 anos)

1,0

Edital de Abertura n. º 15/2017– PROPEP-CPG/UFAL

P á g i n a | 17

Tabela 02 -Atividades de Pesquisa compatível com a área de Zootecnia

Atividade

Pontuação
Ponto/atividade

Participação como colaborador em projeto de pesquisa ou desenvolvimento
tecnológico financiado por agência de fomento ou aprovados por coordenação de
pesquisa/PIBIC/PIBIT/bolsa trabalho, etc.

1,0

Apresentação de palestra, conferência ou participação em mesa redonda em evento
científico relacionada com a área de Zootecnia (internacional)

1,5

Apresentação de palestra, conferência ou participação em mesa redonda em evento
científico relacionada com área de Zootecnia (nacional, regional ou local)

1,0

Coordenação individual de ciclo de palestras ou de estudos e de oficinas relacionadas
com área de Zootecnia

1,0

Participação em coordenação coletiva de ciclo de palestras ou estudos e oficinas
relacionadas com área de Zootecnia

0,5

Participação em comissão científica de congresso, jornada ou similares relacionadas com
área de Zootecnia (por evento)

0,5

Participação em eventos científicos compatíveis com área de Zootecnia

0,2

Participação como Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/PIBIT/bolsa trabalho, etc. (por
ano de participação)

2,0

Participação como Estudante Colaborador de Iniciação Científica PIBIC/PIBIT/bolsa
trabalho, etc. (por ano de participação)

1,0

Participação em Programa Institucional de Monitoria de graduação (por ano de
participação)

1,0

Participação como membro de grupo de pesquisa (registrado CNPq e certificado pela
Instituição)

0,5

Participação em estágio extracurricular com certificado emitido por instituição e/ou
órgão (carga horária mínima de 120h, por estágio) (não serão considerados aqueles
com apenas a assinatura de professor

0,5

Participação em estágio extracurricular com certificado emitido por instituição e/ou
órgão (carga horária inferior a 120h, por estágio) (não serão considerados aqueles com
apenas a assinatura de professor)

0,2

Tabela 03 – Titulação e Produção Científica em Zootecnia e áreas relacionadas
Atividade

Pontuação

Docente de graduação [(por ano letivo) (máximo de cinco anos)]

1,0

Docente de ensino médio [(por ano letivo) (máximo de cinco anos)]

0,5

Docente de ensino fundamental [(por ano letivo) (máximo de cinco anos)]

0,2

Curso de especialização ou de aperfeiçoamento compatíveis com a área Zootecnia
certificados por Instituições de Nível Superior reconhecidas pelo MEC [máximo 2 cursos]

2,0

Curso de atualização em área compatível com Zootecnia [(mínimo de 40h) máximo 6
cursos)]

0,5

Edital de Abertura n. º 15/2017– PROPEP-CPG/UFAL

P á g i n a | 18

Cursos e minicursos em área compatível com Zootecnia [(entre 08 e menos de 40h)
máximo 6 cursos)]

0,2

Artigo completo em periódico especializado de circulação internacional com ISSN

3,0

Artigo completo em periódico especializado de circulação nacional e regional com ISSN

2,0

Resumo de artigo em periódico especializado de circulação internacional com ISSN

1,0

Resumo de artigo em periódico especializado de circulação nacional, regional ou local

0,5

Capítulo de livro publicado por editora com ISBN

1,0

Livro publicado por editora com ISBN (texto integral)

2,5

Autor de livro (como editor)

0,5

Trabalho completo em anais de eventos científico de âmbito internacional, em qualquer
forma de publicação

2,0

Trabalho completo em anais de eventos científico de âmbito nacional, regional ou local,
em qualquer forma de publicação

1,5

Resumo expandido de trabalho em anais de eventos científicos de âmbito internacional,
em qualquer forma de publicação

1,5

Resumo expandido de trabalho em anais de eventos científicos de âmbito nacional e
regional, em qualquer forma de publicação

1,0

Resumo expandido de trabalho em anais de eventos científicos de âmbito local, em
qualquer forma de publicação

0,5

Resumo de trabalho em anais de eventos científicos de âmbito internacional, em
qualquer forma de publicação

0,5

Resumo de trabalho em anais de eventos científicos de âmbito nacional e regional, em
qualquer forma de publicação

0,2

Resumo de trabalho em anais de eventos científicos de âmbito local, em qualquer forma
de publicação

0,1

Apresentação de trabalho em evento científico de âmbito internacional

1,0

Apresentação de trabalho em evento científico de âmbito nacional e regional

0,5

Apresentação de trabalho em evento científico local

0,2

Prêmios recebidos por instituições ou sociedades científicas de âmbito internacional

2,0

Prêmios recebidos por instituições ou sociedades científicas de âmbito nacional

1,0

Prêmios recebidos por instituições ou sociedades científicas de âmbito regional

0,5

Desenvolvimento de material didático e instrucional, exceto apostilas e notas de aula e
em utilização por instituição reconhecida.

1,0

Membro de sociedades científicas na área de Zootecnia (anuidade 2009)

0,5

I.CONTATOS DO PROGRAMA
Coordenadora: ProfªDrª Sandra Roselí Valerio Lana–svlana@ceca.ufal.brVice-Coordenadora: ProfªDrªTânia
Marta Carvalho dos Santos –taniamarta2@gmail.com
PPGZootecnia/Centro de Ciências Agrárias/Universidade Federal de Alagoas, BR 104
Norte, Km 85 - CEP 57100-000 Rio Largo - AL.
Telefone: (82) 3214-1307
E-mail: coordenacao.ppgz@ceca.ufal.br
Sítio eletrônico: http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ceca/pos-graduacao/zootecnia

Edital de Abertura n. º 15/2017– PROPEP-CPG/UFAL

P á g i n a | 19

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
Coordenadoria de Pós-Graduação em Zootecnia

MODELO DE CARTA DE ANUÊNCIA DO EMPREGADOR
DADOS DO CANDIDATO

Nome Completo:

CPF:
Curso Pretendido:

DADOS DO EMPREGADOR

Razão Social:

Endereço Completo:

Tipo do contrato com o empregado:

Declaramos, para fins de inscrição do curso de Pós-Graduação supracitado, que este
empregador tem ciência do interesse do candidato, apóia a sua inscrição e envidará esforços no
sentido de prover condições adequadas para a realização do curso.
Maceió, _______de __________________________de 2017.

Nome do signatário e carimbo da empresa/instituição
Esta carta de anuência deverá ter reconhecimento de firma em cartório.

Edital de Abertura n. º 15/2017– PROPEP-CPG/UFAL

P á g i n a | 20

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
Coordenadoria de Pós-Graduação em Zootecnia

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO